O Museu da Língua Portuguesa e o Instituto Serrinha inauguram a mostra Atlânticos, em uma interessante colaboração que promove a diversidade cultural da língua portuguesa. Em sua primeira exposição de artes visuais, que começou no dia 12 de setembro de 2025 e vai até 2 de novembro do mesmo ano, a mostra reúne obras de artistas do Brasil, de Angola e de Portugal. Essa convergência cultural propõe um reflexo profundo sobre as interações históricas entre esses países, todas unidas pelo laço da língua e da arte.
Localizada no emblemático Pátio B do Museu da Língua Portuguesa, na icônica Estação da Luz em São Paulo, a exposição é completamente gratuita. Isso não apenas democratiza o acesso à arte, mas também convida todos a explorarem a riqueza cultural produzida na diáspora da língua portuguesa. A arquitetura do espaço, que permite acesso direto da rua e da passarela da estação, torna a visita ainda mais acessível, favorecendo uma imersão sensorial nas obras expostas.
O que esperar da exposição?
A mostra Atlânticos reúne obras de seis artistas, cada um trazendo uma perspectiva única de suas culturas e experiências na língua portuguesa. Os artistas se destacam por suas criações inovadoras e impactantes, que abrangem uma variedade de formatos, como vídeos, esculturas e instalações. A exposição resulta de uma rica residência artística de dez dias realizada durante o Festival Arte Serrinha 2024 e é curada por um trio talentoso: Fabio Delduque, Carlos Antunes e Mehak Vieira, que se empenharam em capturar as complexidades e nuances da relação entre esses três países lusófonos.
A seleção das obras reflete as múltiplas vozes da língua portuguesa e conta histórias que ressoam por meio de diferentes meios artísticos, permitindo que o visitante faça uma viagem através da história, dos desafios e dos sucessos dos países representados.
Artistas em destaque
Os artistas participantes são:
- Jonathas de Andrade e Shirley Paes Leme (Brasil)
- Gegé M’bakudi e Wyssolela Moreira (Angola)
- Jorge das Neves e Inês Moura (Portugal)
Cada um deles apresenta obras que provocam reflexões e discussões sobre as identidades culturais e sociais que emergem dessa intersecção. A diversidade de seus backgrounds contribui para o enriquecimento da mostra e para a criação de diálogos entre os visitantes.
Entre as principais obras apresentadas está a instalação Enterolobium, de Inês Moura, que propõe uma reflexão sonora sobre diálogos culturais. A obra mobiliza os sentidos e instiga o espectador a considerar como as diferentes culturas se entrelaçam, mesmo em um mundo globalizado.
Por outro lado, o vídeo Relatos de homens em chamas, de Gegé M’bakudi, permite uma exploração visceral da masculinidade e das experiências sociais em Angola. Esta obra traz à tona questões pertinentes sobre identidade e condições sociais, criando um espaço para o debate.
Jonathas de Andrade, através da série fotográfica ABC da Cana, nos convida a ver a conexão entre a natureza e a cultura brasileira, evocando a relação complexa que a sociedade tem com sua terra e seus recursos. As gerações de trabalhadores rurais presentes em suas imagens ecoam as histórias que ainda precisam ser contadas.
Além disso, Shirley Paes Leme apresenta Escada para o Infinito II, uma instalação que explora a arquitetura vernacular e suas relações simbólicas com a cultura brasileira. Essa obra é um convite para que o público reflita sobre o espaço que ocupo e o legado cultural que deixamos.
Jorge das Neves, utilizando tijolos reciclados da Estação da Luz, cria a instalação Você, tu também, transformando materiais comuns em poesia visual que conecta passado e presente, ressaltando a importância da memória nas narrativas étnicas e sociais.
Wyssolela Moreira traz uma série de bandeiras em sua obra Quando o Corpo – Terra Lembra, que dialoga com ecossistemas e desigualdades sociais, propondo um olhar crítico sobre a interdependência entre seres humanos e a natureza.
FAQ – Mostra Atlânticos – O que saber antes de ir
- Local: Pátio B, Museu da Língua Portuguesa – Praça da Luz, s/n, Luz, São Paulo
- Datas: 12 de setembro a 2 de novembro de 2025
- Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h
- Entrada: Gratuita
- Como chegar: O acesso é facilitado através de transporte público, uma vez que o Museu está próximo à Estação da Luz, um dos principais pontos de conexão do transporte urbano em São Paulo.
- Quais serviços estão disponíveis?: O museu conta com banheiros, áreas para descanso e cafés, proporcionando uma experiência completa ao visitante.
Assim, essa mostra não se limita apenas a arte, mas é um verdadeiro convite à reflexão sobre a nossa língua e suas raízes, além de serem uma celebração à diversidade cultural que a língua portuguesa abriga. O Museu da Língua Portuguesa e o Instituto Serrinha promovem um espaço onde todos são bem-vindos a conhecer, sentir e, acima de tudo, celebrar as histórias que unem esses três países.
Convidar os visitantes a interagir e a se engajar com o conteúdo exposto é uma prioridade desta mostra. A arte tem um papel vital na formação de identidades e na promoção de diálogos significativos; portanto, o ambiente criado no Museu reforça a importância da inclusão e do aprendizado mútuo.
Através dessa iniciativa, o Museu da Língua Portuguesa e o Instituto Serrinha não apenas enriquecem o panorama cultural de São Paulo, mas também trazem à tona questões fundamentais sobre a linguagem, a arte e a identidade, abrindo espaço para que nossas histórias continuem a ser contadas.
Conclusão
A mostra Atlânticos representa uma oportunidade riquíssima de imersão cultural para todos os visitantes. Ao reunir artistas de diferentes origens que compartilham a língua portuguesa, o evento não apenas promove a arte, mas também destaca a importância da cultura e da história nas identidades contemporâneas.
Com entrada gratuita e uma programação que convida o público a refletir sobre questões relevantes, a mostra promete ser um marco na cena cultural de São Paulo. Vale a pena visitá-la e explorar a arte que conecta diferentes partes do mundo lusófono, criando assim uma rede de diálogos e trocas que só a língua portuguesa pode proporcionar.
Essa é uma chance imperdível de se deliciar com a riqueza da arte contemporânea enquanto se aprofunda nas múltiplas vozes que a língua portuguesa abriga. Não perca tempo e faça sua visita ao Museu da Língua Portuguesa e Instituto Serrinha inauguram mostra Atlânticos.
O Museu da Língua Portuguesa e o Instituto Serrinha inauguram a mostra Atlânticos, em uma interessante colaboração que promove a diversidade cultural da língua portuguesa. Em sua primeira exposição de artes visuais, que começou no dia 12 de setembro de 2025 e vai até 2 de novembro do mesmo ano, a mostra reúne obras de artistas do Brasil, de Angola e de Portugal. Essa convergência cultural propõe um reflexo profundo sobre as interações históricas entre esses países, todas unidas pelo laço da língua e da arte.
Localizada no emblemático Pátio B do Museu da Língua Portuguesa, na icônica Estação da Luz em São Paulo, a exposição é completamente gratuita. Isso não apenas democratiza o acesso à arte, mas também convida todos a explorarem a riqueza cultural produzida na diáspora da língua portuguesa. A arquitetura do espaço, que permite acesso direto da rua e da passarela da estação, torna a visita ainda mais acessível, favorecendo uma imersão sensorial nas obras expostas.
O que esperar da exposição?
A mostra Atlânticos reúne obras de seis artistas, cada um trazendo uma perspectiva única de suas culturas e experiências na língua portuguesa. Os artistas se destacam por suas criações inovadoras e impactantes, que abrangem uma variedade de formatos, como vídeos, esculturas e instalações. A exposição resulta de uma rica residência artística de dez dias realizada durante o Festival Arte Serrinha 2024 e é curada por um trio talentoso: Fabio Delduque, Carlos Antunes e Mehak Vieira, que se empenharam em capturar as complexidades e nuances da relação entre esses três países lusófonos.
A seleção das obras reflete as múltiplas vozes da língua portuguesa e conta histórias que ressoam por meio de diferentes meios artísticos, permitindo que o visitante faça uma viagem através da história, dos desafios e dos sucessos dos países representados.
Artistas em destaque
Os artistas participantes são:
- Jonathas de Andrade e Shirley Paes Leme (Brasil)
- Gegé M’bakudi e Wyssolela Moreira (Angola)
- Jorge das Neves e Inês Moura (Portugal)
Cada um deles apresenta obras que provocam reflexões e discussões sobre as identidades culturais e sociais que emergem dessa intersecção. A diversidade de seus backgrounds contribui para o enriquecimento da mostra e para a criação de diálogos entre os visitantes.
Entre as principais obras apresentadas está a instalação Enterolobium, de Inês Moura, que propõe uma reflexão sonora sobre diálogos culturais. A obra mobiliza os sentidos e instiga o espectador a considerar como as diferentes culturas se entrelaçam, mesmo em um mundo globalizado.
Por outro lado, o vídeo Relatos de homens em chamas, de Gegé M’bakudi, permite uma exploração visceral da masculinidade e das experiências sociais em Angola. Esta obra traz à tona questões pertinentes sobre identidade e condições sociais, criando um espaço para o debate.
Jonathas de Andrade, através da série fotográfica ABC da Cana, nos convida a ver a conexão entre a natureza e a cultura brasileira, evocando a relação complexa que a sociedade tem com sua terra e seus recursos. As gerações de trabalhadores rurais presentes em suas imagens ecoam as histórias que ainda precisam ser contadas.
Além disso, Shirley Paes Leme apresenta Escada para o Infinito II, uma instalação que explora a arquitetura vernacular e suas relações simbólicas com a cultura brasileira. Essa obra é um convite para que o público reflita sobre o espaço que ocupo e o legado cultural que deixamos.
Jorge das Neves, utilizando tijolos reciclados da Estação da Luz, cria a instalação Você, tu também, transformando materiais comuns em poesia visual que conecta passado e presente, ressaltando a importância da memória nas narrativas étnicas e sociais.
Wyssolela Moreira traz uma série de bandeiras em sua obra Quando o Corpo – Terra Lembra, que dialoga com ecossistemas e desigualdades sociais, propondo um olhar crítico sobre a interdependência entre seres humanos e a natureza.
FAQ – Mostra Atlânticos – O que saber antes de ir
- Local: Pátio B, Museu da Língua Portuguesa – Praça da Luz, s/n, Luz, São Paulo
- Datas: 12 de setembro a 2 de novembro de 2025
- Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h
- Entrada: Gratuita
- Como chegar: O acesso é facilitado através de transporte público, uma vez que o Museu está próximo à Estação da Luz, um dos principais pontos de conexão do transporte urbano em São Paulo.
- Quais serviços estão disponíveis?: O museu conta com banheiros, áreas para descanso e cafés, proporcionando uma experiência completa ao visitante.
Assim, essa mostra não se limita apenas a arte, mas é um verdadeiro convite à reflexão sobre a nossa língua e suas raízes, além de serem uma celebração à diversidade cultural que a língua portuguesa abriga. O Museu da Língua Portuguesa e o Instituto Serrinha promovem um espaço onde todos são bem-vindos a conhecer, sentir e, acima de tudo, celebrar as histórias que unem esses três países.
Convidar os visitantes a interagir e a se engajar com o conteúdo exposto é uma prioridade desta mostra. A arte tem um papel vital na formação de identidades e na promoção de diálogos significativos; portanto, o ambiente criado no Museu reforça a importância da inclusão e do aprendizado mútuo.
Através dessa iniciativa, o Museu da Língua Portuguesa e o Instituto Serrinha não apenas enriquecem o panorama cultural de São Paulo, mas também trazem à tona questões fundamentais sobre a linguagem, a arte e a identidade, abrindo espaço para que nossas histórias continuem a ser contadas.
Conclusão
A mostra Atlânticos representa uma oportunidade riquíssima de imersão cultural para todos os visitantes. Ao reunir artistas de diferentes origens que compartilham a língua portuguesa, o evento não apenas promove a arte, mas também destaca a importância da cultura e da história nas identidades contemporâneas.
Com entrada gratuita e uma programação que convida o público a refletir sobre questões relevantes, a mostra promete ser um marco na cena cultural de São Paulo. Vale a pena visitá-la e explorar a arte que conecta diferentes partes do mundo lusófono, criando assim uma rede de diálogos e trocas que só a língua portuguesa pode proporcionar.
Essa é uma chance imperdível de se deliciar com a riqueza da arte contemporânea enquanto se aprofunda nas múltiplas vozes que a língua portuguesa abriga. Não perca tempo e faça sua visita ao Museu da Língua Portuguesa e Instituto Serrinha inauguram mostra Atlânticos.
